Por Paulo Godoi, em 7 de novembro de 2011

Nome: Antonio Carlos de Salles Aguiar
Esporte: Basquetebol

Antonio Carlos de Salles Aguiar, filho do fundador do Colégio Bandeirantes, Engº. Dr. Antonio de Carvalho Aguiar, e primo do atual Diretor-Presidente, o Sr. Mauro de Salles Aguiar, cursou, na juventude, a então Escola Técnica Bandeirantes e foi atleta, destacando-se nas equipes de basquetebol.
Formado pela primeira turma de administração da FGV (Fundação Getulio Vargas), dedicou sua vida a dar continuidade ao trabalho do pai, assumindo a Direção do Colégio Bandeirantes.
Mas Antonio Carlos não se interessou apenas por esporte. Também adorava cinema e teatro e não poupou esforços para criar um departamento, incentivando atividades culturais no Colégio.
Aposentou-se em 2002 e faleceu em 2010, aos 73 anos.
Amigos, Professores e Colegas guardam a lembrança de uma pessoa alegre e carismática, apaixonada pelo Tricolor, além de um esportista nato, que gostava de todas as modalidades.
Galeria de fotos de Antonio Carlos:
Por Paulo Godoi, em 5 de novembro de 2011

A equipe de basquetebol mirim masculino do Colégio Bandeirantes sagrou-se campeã da Liga Escolar 2011.
Na final, dia 03/11 – 5.a feira, enfrentou a equipe do Albert Sabin e venceu pelo placar de 42 x 27.
Parabéns aos nossos atletas.
Por Fábio Gondo, em 23 de agosto de 2011
 Da esq. para direita - Em pé: Júnior, Thiago, Tiago, Fernando e Fábio - Ajoelhados: Mattheus, Paulo Godoi e Edu. Ausente na foto: Allan
A equipe adulta do Bandeirantes (funcionários e ex-alunos) sagrou-se campeã do quadrangular comemorativo dos 60 anos do Colégio Santo Américo.
Participaram do torneio: Band, Santo Américo, Insper e Santa Casa. Todos os participantes levaram para casa a belíssima medalha ao lado. Felicitações ao Santo Américo pelos 60 anos e parabéns aos atletas do Band por mais essa conquista.
Por Claudia Cris, em 6 de agosto de 2011
Neste mês entrevistei para o blog a Rafaella Finci Kreimer que defendeu as cores do nosso time de basquete em muitos InterBand…
1. Rafaella, conte-nos um pouco sobre sua tragetória esportiva no Band.
Desde muito pequena sempre gostei de praticar esportes de todos os tipos e quando entrei no Band fiquei super admirada com os treinos que tinham lá. Comecei meio sem jeito de participar de algum time porque nunca tinha praticado nenhuma modalidade que tinha no colégio, só tinha jogado tenis quando era mais nova, e em nenhum ano meu de Educação Física recebi convite dos professores para jogar pelo Band. Depois de uma tentativa frustrada de entrar para o time de vôlei na sétima série, fui incentivada a conhecer o treino de basquete do colégio no ano seguinte, quando poucas meninas queriam praticar a modalidade. Foi meio que amor a primeira vista, não só pelo esporte, mas também pelo time todo. Foram três anos muito bons, mas tive que parar no terceiro colegial por causa da carga horária mais pesada e por morar relativamente longe do colégio.
2. De todos os momentos importantes que você viveu como atleta do Band, qual foi o mais marcante e por quê?
Acho que de todos os momentos que vivi jogando pelo Band, o que certamente não vai ser esquecido é a vitória do Interband em 2007, meu último jogo no campeonato pelo time. Uma série de motivos levaram essa situação a ser tão importante para mim, a começar pelo fato de que ganhar o campeonato do próprio Band era o desejo de todo mundo que defendia o nome do colégio e em todos os anos que joguei, até então, meu time não tinha atingido o pódio! Tinha muita vontade de receber uma medalha quadradinha dourada de Interband, ainda mais na minha despedida. Além disso, foi um ano um pouco complicado porque passamos por situações pessoais e nos treinos que fizeram com que todas se aproximassem mais ainda. Tive a sorte de ser capitã do time e o momento em que coloquei a medalha de ouro na minha treinadora foi super emocionante, ainda mais com aquela música que sempre tem nas premiações. Tenho até hoje a medalha pendurada na parede do meu quarto, dentro de um quadrinho.
3. O esporte nos ensina várias lições. Qual a lição mais importante que você aprendeu praticando esporte no Band?
A lição mais importante que aprendi foi saber pensar como um time e conseguir distanciar a vontade pessoal do que acontece em grupo. Apesar de sempre gostar muito das meninas que treinavam comigo, o começo foi um pouco complicado para realmente rolar um entrosamento entre todas e isso ficava mais evidente quando estávamos em um jogo para valer. Aos poucos, todo mundo foi se alinhando e o coletivo passou a falar mais alto. Foi então que passamos a nos destacar mais e conseguir colocações cada vez melhores nos campeonatos. Hoje em dia, isso se mostra positivo para mim quando percebo que me adapto aos diferentes grupos e pessoas com quem tenho que trabalhar, seja na faculdade ou no estágio.
4. Como você conciliava os treinos e jogos com os estudos?
Quando você faz uma coisa que gosta, acaba sendo fácil conciliar obrigação e lazer, sem contar que acho essencial ter alguma válvula de escape para toda a pressão da rotina bandeirantina. Por isso, acho que parar de treinar por causa de notas ruins pode ser prejudicial. Mas, a verdade é que nunca tive problemas em manter os dois caminhando juntos. Conforme as exigências foram aumentando, sempre fazia minhas obrigações escolares nas horas vagas, até mesmo antes dos treinos começarem. E se algum jogo acontecia aos finais de semana, com certeza me deixava com tempo livre suficiente para cuidar da parte chata do Band. Fazer esporte não só alivia a tensão, como aumenta a capacidade de concentração no momento em que ela é necessária, além de, na minha opinião, ajudar no senso de responsabilidade. Sou meio suspeita para dizer, mas apoio completamente conciliar esporte a estudos.
5. Onde você está estudando hoje? E como é a vida universitária?
Hoje em dia faço jornalismo na PUC-SP e gosto muito da liberdade que a vida universitária propicia. Levei um tempo para me acostumar com o esquema faculdade depois que sai do Band, desde o fato de que muitas pessoas não respeitavam o horário de início e final da aula até a bobagem de não mais precisar pedir para ir ao banheiro. É uma realidade completamente diferente da do colégio, mas extremamente interessante e divertida. Ser universitário não só te garante mais liberdade no que diz respeito ao que acontece dentro dela, mas também ao que está fora, a rotina muda e você passa a ter mais tempo livre para se dedicar aos amigos, festas, frequentar os típicos bares de faculdade. É claro que, sem dúvida alguma, a melhor parte da vida universitária, pelo menos no meu curso da PUC, é não ter mais que passar pelas semanas de provas do Band.
6. Você continua praticando esporte na Universidade? Conte-nos um pouco….
Logo que entrei na faculdade já fui logo me informar sobre os treinos na atlética e até cheguei a ir em um, mas a organização e seriedade do esporte na parte de comunicação da PUC não chega nem perto da que tinha no Band e isso me decepcionou bastante. Os treinos de basquete não tinham treinador, eram os veteranos que determinavam os exercícios a serem feitos, que mal passavam dos que eu fazia como aquecimento no colégio. Sem contar que cheguei lá e me vi sozinha no meio de um bando de meninos altos e nada delicados (para quem não me conhece, estou longe de ter a altura de qualquer jogadora de basquete – assim como 90% das meninas do meu time no Band). Conheço muitas faculdades em que as atléticas levam o esporte a sério, até mesmo em outros cursos da própria PUC, mas não é o caso da de comunicação, então acabei desistindo, mas sinto muita falta de praticar algum esporte.
7. Deixe um recado para os atletas do Band.
Galera, aproveitem muito o tempo que tiverem para treinar no Band, porque depois vão sentir falta dessa época! Curtam todos os momentos que vocês tiverem, joguem com toda a vontade, mesmo quando for num sábado de inverno às 8h da manhã, não desistam por perderem jogos ou se as notas caírem um pouco, a persistência ajuda nos dois casos. Quem tiver curiosidade de saber como é algum treino, apareça, não espere convite dos professores ou colegas para irem junto, você não é obrigado a continuar e pode acabar se surpreendendo e conhecendo gente bacana. Toda a experiência vivida em quadra vai ser algo que vocês vão levar para o resto da vida com um super carinho e com certeza será uma das melhores lembranças que vocês terão do colégio.
Por Claudia Cris, em 21 de junho de 2011
A palavra voluntário significa, segundo um desses dicionários online:
voluntário
adj.
1. Que se faz de boa vontade e sem constrangimento.
2. Amigo de fazer a sua vontade; caprichoso.
3. Que faz parte de uma corporação por mera vontade e sem interesse.
s. m.
4. Mancebo que assenta praça e que serve voluntariamente.
5. Estudante que se matricula numa aula oficial em condições diferentes das dos alunos ordinários.
Enfim, desde que a V.I.D.A.S. surgiu tenho ouvido essa palavra com certa frequencia o que me faz pensar acerca do seu real significado… O que é, de fato, ser voluntário em um projeto? O que me faz vir aos sábados, na quadra em que passo a semana inteira, ajudar nas atividades com as crianças da V.I.D.A.S.?
Mais do que as definições dos dicionários o que move um voluntário é a sensação de ser útil, é a certeza de que, por instantes, você fez a diferença na vida de alguém…
Enquanto voluntária da V.I.D.A.S. tenho insistido em proporcionar às crianças o maior número de sensações sinestésicas possível… Dominar os movimentos do corpo e ter prazer em apreciar tudo que ele nos permite fazer são os meus objetivos todo sábado… Quero que todas as crianças, cada qual com sua situação, aprecie viver no corpo que lhe foi dado como presente nesta VIDA.
Este post vai especialmente ao Guilherme que sempre, em qualquer situação desafiante, está sempre me presenteando com um lindo sorriso…
Por Claudia Cris, em 3 de junho de 2011
Pelo quarto ano consecutivo, as equipes de Voleibol Masculino, categorias infantil e juvenil, sagraram-se campeãs da OliMagno!
Em partidas emocionantes, o Infantil venceu o Sagrado por 2 X 0, mesmo placar da vitória do Juvenil contra o Magno!
Parabéns aos atletas e força para as próximas competições!


Por Fábio Gondo, em 31 de maio de 2011

Dallas Mavericks e Miami Heat se enfrentaram nas finais de 2006 e o Heat levou a taça. Neste ano, os dois times voltam a se encontrar na finalíssima da NBA.
Miami conta com a energia de suas estrelas, o Big Three: D-Wade, LeBron James e Chris Bosh. Dallas vem com um time mais experiente e equilibrado, com Dirk Nowitzki, Jason Kidd, Jason Terry, Shawn Marion…
Quem irá vencer? Aqui está o bolão dos autores do blog:
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| Claudia Cris |
3 |
4 |
| Daniela Godoi |
0 |
4 |
| De Simone |
2 |
4 |
| Dutra |
2 |
4 |
| Fábio |
4 |
2 |
| Paulo Godoi |
1 |
4 |
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Por Claudia Cris, em 12 de maio de 2011
Pessoal, segue abaixo matéria que saiu no blog da VIDAS…
www.vidas.org.br
Queridos times de basquete do Band,
temos algo em comum. Acreditamos na bola, no seu imenso poder….poder de união, motivação, superação. Poder de construir, emocionar, poder mobilizador, poder sublime!! A bola une vocês, nos une, une nossas crianças, que, mesmo sem sequer poderem chutá-la, lançá-la, enxergá-la, ouví-la…podem profundamente sentí-la.
Assim com sentem esse incrível poder, motivado por nada menos do que um incrível amor, nossas crianças sentiram e sentirão, através de mim (que me faço mensageira), o imenso carinho de vocês, jogadores de basquete. A linda doação de vocês nos ajudou muito!! O carinho contido nessa linda atitude ficará pra sempre em nossos corações.
E é por isso que, em nome das crianças da VIDAS, registramos aqui nosso MUITO OBRIGADO, e nossa enorme torcida e admiração!!
Patricia, em nome de toda a família VIDAS



Por Paulo Godoi, em 8 de abril de 2011
O Raio X desse mês é com um grande cara – Ricardo Aguirre.

Nome: Ricardo P. Aguirre
Função que exerce no Band: Supervisor de Relações Institucionais e Cultural
Esportes que praticou e pratica: Comecei no judô com uns 6 anos. Já pratiquei capoeira, kung fu e jogava voleibol pelo Band, quando era aluno.
Hoje, sou faixa marrom de jiu jitsu e intercalo meus treinos de jiu com corrida, boxe e o LPO System.
O LPO (Levantamento de Peso Olímpico) ajuda no equilíbrio e no ganho de força sem aumento de massa muscular.
O jiu jitsu, apesar da imagem agressiva que passa, é conhecido como “arte suave”. É um jogo de xadrez humano, em que um lutador menor e mais fraco consegue vencer outro maior e mais forte.
Qual seu ídolo no esporte: Randy Couture. Um atleta completo, com um comportamento exemplar dentro e fora do ringue.
O esporte é… como a vida. Você tem que lutar pra vencer sempre. Não importa o tamanho do adversário, você tem que encontrar um meio de vencê-lo. Não importa se você foi derrubado, tem que conseguir se levantar ou ganhar no chão mesmo. E se por um acaso perder, tem que ter a sabedoria de aprender com isso.
Por Felipe Dutra, em 5 de abril de 2011
No dia 23/03, os atletas de futsal do Band compareceram no ginásio do Corinthians para assistirem ao jogo entre Corinthians e Carlos Barbosa válido pela Liga Nacional de Futsal 2011.
Foi uma excelente experiência, uma vez que são poucos os alunos que têm a oportunidade de assistir um jogo de futsal ao vivo, ainda mais envolvendo os dois clubes finalistas da Taça Brasil no final do ano passado.
Carlos Barbosa, que neste ano foi vice-campeã do Mundialito de Clubes de Futsal realizado na Espanha em Março, foi muito superior a equipe do Corinthians e venceu por 6 x 1, para felicidade dos alunos anti-corinthianos.
Após o jogo, deu tempo de conversar com alguns atletas como Daniel, Sinoê além do ex-goleiro da seleção brasileira, Lavoisier. Espero que o contato com nossos goleiros, Gustavo e Henrique, possa lhes trazer inspirações.
 Gustavo, goleiro do Futsal mirim masculino, Lavoisier e Henrique, do pré-mirim
 Professores do Band com Paulo Mussalem, técnico do Carlos Barbosa
Gostaríamos de agradecer o apoio da Penalty, através de seu representante Nelson Hirata, que organizou toda a nossa visita ao ginásio, levou nossos alunos para conhecer os atletas do Carlos Barbosa após o jogo e ainda sorteou alguns meiões entre os alunos.
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